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A Bandeira Municipal

 
 
A Bandeira do Município de Clementina, de autoria do heraldista e vexilólogo, Dr. Lauro Ribeiro Escobar, assim se descreve:
 
DE AMARELO, COM UMA CRUZ FIRMADA DE VERMELHO, TENDO BROCANTE SOBRE O CRUZAMENTO DE SEUS RAMOS UMA LISONJA DE BRANCO, CARREGADA DO BRASÃO DE ARMAS.
 
Os ramos da cruz tem 03 M (três módulos) de largura, estando a linha mediana do ramo vertical situada a 7 M (sete módulos) de distância de tralha, a diagonal vertical da lisonja tem 12 M (doze módulos) a diagonal horizontal tem 10 M (dez módulos) e o Brasão de Armas tem 7 M (sete módulos) de altura.
 
A cruz indica a profunda fé cristã do povo de Clementina.
 
A lisonja, é o formato utilizado para os escudos femininos, evocando pois a figura de Clementina, filha do pioneiro João Francisco Vasques, em cuja homenagem foi escolhido o topônimo que o Município ostenta.
 
O simbolismo das cores são os metais ouro e prata dos brasões de armas correspondem às cores amarelo e branco das bandeiras.
 
De conformidade com as regras heráldicas a Bandeira Municipal terá as dimensões oficiais adotadas para a Bandeira Nacional levando-se em consideração 14(quatorze) módulos de altura da tralha por 20 (vinte) módulos de comprimento do retângulo.
 

Brasão Municipal

O Brasão de Armas do Município de Clementina, idealizado pelo heraldista e vexilólogo, Dr. Lauro Ribeiro Escobar, assim se descreve:
 
ESCUDO IBÉRICO, DE OURO, COM UM QUINQUEFÓLIO ENTRE DUAS
ABELHAS ESTENDIDAS, TUDO DE GOLES, CHEFE DE BLAU CARREGADO DE UM CORDEIRO PASCAL DE PRATA E CONTRACHEFE ENXAQUETADO DE OURO E DE COLES, COM UMA FAIXETA ONDADA DE BLAU BROCANTE SOBRE O TRAÇO DO CONTRA-CHEFE. O ESCUDO É ENCIMADO DE COROA MURAL DE PRATA, DE OITO TORRES, SUAS PORTAS ABERTAS DE SABLE E TEM SUPORTES, À DEXTRA, UM RAMO DE CAFEEIRO E À SINISTRA, UMA HASTE DE CANA DE AÇÚCAR, AMBOS PRODUZINDO, AO NATURAL. LISTEL DE GOLES COM O TOPÔNIMO "CLEMENTINA" EM LETRAS DE OURO.
 
O Brasão de Armas de que trata este artigo, tem a seguinte interpretação:
 
a)  O escudo ibérico era usado em Portugal à época do descobri­mento do Brasil e sua adoção evoca os primeiros colonizado­res e desbravadores da nossa Pátria.
 
b)  O metal ouro do campo do escudo é indicativo heráldico de riqueza, esplendor, gloria, nobreza, poder, força, fé, prosperidade, soberania e mando, salientando o intento dos munícipes de elevar o nome do Município e lhe dar intenso desenvolvimento e prosperidade.
 
c)  Quinquefólio simboliza filha querida, lembrando que o topônimo Clementina sé originou do nome da filha de João Francisco Vasques, fundador do Patrimônio Nova Era, depois Patrimônio dos Vasques e ora nosso próspero Município.
 
d)  As abelhas estendidas (com as asas abertas) são emblema da indústria, da atividade, do trabalho, da doçura e da parci­mônia, afirmando que os munícipes se dedicam a incansável labor, com o qual constroem o progresso do Município.
 
e)  A cor goles (vermelho) representa audácia, valor, galhardia, nobreza conspícua, magnanimidade, vitória, intrepidez e honra, atributos dos pioneiros do desbravamento da região, legados aos seus pósteros, que enfrentaram corajosamen­te os naturais obstáculos para transformar o sertão bruto no nosso Município.
 
f)  O Chefe (parte superior do escudo) é a primeira das peças honrosas de primeira ordem e a cor blau (azul) tem o senti­do de justiça, formosura, doçura, nobreza, perseverança, zelo, lealdade, firmeza incorruptível, glória e virtude, assinalando o ânimo dos administradores e munícipes e o leal relacionamento com que se dedicam aos deveres. O Cordeiro Pascal atributo de São João Batista, indica o Santo Padroeiro do Município.
 
g)  O contrachefe (parte inferior do escudo) enxaquetado, representa em heráldica o campo de batalha. No Brasão de Armas de Clementina, alude ao loteamento das terras procedido por João Francisco Vasques nos idos de 1.928, que deu lugar à fixação do homem ao local, campo de batalha do diuturno e esforçado trabalho em que se empenham os munícipes. 0 metal ouro e a cor goles (vermelho), por serem os esmaltes tradicionais das Armas da Espanha, constituem homenagem a Pátria daquele notável pioneiro.
 
h)  A faixeta ondada de blau (azul) alude à riqueza hidrográfica do Município, em especial aos rios Promissor e Lontra.
 
i)  A Coroa mural é o símbolo da emancipação política, e, de prata, com oito torres, das quais unicamente cinco estão aparentes, constituí a reservada às cidades. As portas abertas de sable (preto) proclamam o caráter hospitaleiro do povo de Clementina.
 
j)  O ramo de cafeeiro e a haste de cana de açúcar, atestam a fertilidade das terras generosas de Clementina, de que são importantes produtos e apontam as lides do campo como fator básico da economia municipal.
 

 

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